BMW 310 sai de linha mundialmente e abre espaço para a nova geração 450; entenda os motivos, a estratégia e o que muda para os fãs.
BMW 310
Fala, meu melhor amigo!
Chega mais, puxa a cadeira e respira fundo comigo.
Porque, sim… é oficial. A BMW bateu o martelo, explicou o porquê e confirmou aquilo que muita gente já desconfiava, mas ninguém queria ouvir.
Então, antes que o drama comece, deixa eu te contar tudo — com calma, com contexto e, claro, com aquela resenha de garagem que a gente merece.
BMW 310: por que ela vai sair de linha?
Primeiramente, vamos direto ao ponto: a própria BMW confirmou o fim da linha 310 no mundo todo.
E não foi vazamento, rumor ou fofoca de fórum. Quem falou foi ninguém menos que Markus Flasch, CEO da BMW Motorrad.
Ou seja, quando o chefão fala, a conversa acaba.
Segundo ele, a decisão faz parte de uma evolução estratégica natural da marca. Portanto, nada de crise. Nada de fracasso. Apenas mercado se movendo.
A nova plataforma 450 entra em cena

Agora, aqui começa a virada de chave.
A BMW decidiu substituir toda a família 310 por uma nova geração baseada na plataforma 450, com motor bicilíndrico.
Sim, meu amigo… adeus monocilíndrico. Olá, dois cilindros.
De forma clara, Flasch explicou:
“A plataforma 450 é a sucessora direta da 310.”
Ou seja, a G310R, a G310GS e até a G310RR, em mercados específicos, darão lugar a novas motos equivalentes, porém muito mais modernas.
O papel histórico da BMW 310
Antes de seguir em frente, vale respeitar quem abriu a porta.
A linha 310 nasceu em 2016 e marcou:
- a primeira BMW moderna abaixo de 500 cc,
- a entrada da marca em mercados emergentes,
- e o acesso de muitos motociclistas ao universo BMW.
No Brasil, então, nem se fala.
A G310GS virou porta de entrada para a aventura premium.
Já a G310R entregou estilo e marca forte para quem vinha de cilindradas menores.
Portanto, sim… ela deixa saudade.
F450GS: a primeira da nova geração

Agora, segura essa informação porque ela é importante.
A F450GS, já apresentada oficialmente, será a primeira representante dessa nova fase.
E, sinceramente? Ela mostra bem o caminho que a BMW quer seguir.
Destaques técnicos:
- motor bicilíndrico (grande salto técnico),
- chassi treliça em aço,
- balança traseira em alumínio,
- foco em custo controlado, porém com tecnologia superior.
Além disso, a BMW escolheu roda dianteira de 19 polegadas, buscando equilíbrio entre asfalto e terra — decisão baseada diretamente em feedback de clientes e engenheiros.
Portanto, nada por acaso aqui, meu amigo.
Tecnologia nova, mas com os pés no chão
Outro ponto que chama atenção é o ERC (Easy Ride Clutch).
Na prática, ele permite:
- arrancadas sem uso da embreagem,
- menos esforço no trânsito,
- mais foco na pilotagem.
Segundo Flasch, o sistema:
“ajuda o piloto a reduzir a carga mental e se concentrar melhor”.
E mais: é uma solução mais simples e barata que o ASA, encaixando perfeitamente no segmento A2 europeu.
Estratégia pura.
O que mais vem por aí na linha 450?
Agora entra aquela parte que todo fã gosta: o que vem depois?
Seguindo a lógica da antiga 310, tudo indica que veremos:
- uma naked 450 (substituta da G310R),
- uma esportiva 450, para brigar com R3, RS457 e CBR500R,
- talvez até outras variações no futuro.
Essas versões devem compartilhar:
- mesmo chassi,
- mesma base de motor,
- rodas de 17”,
- suspensões com curso menor, focadas no asfalto.
Ou seja, economia de escala com variedade de produtos — clássico manual alemão.
Por que a BMW fez essa mudança agora?
Mas, aqui entra o jogo grande.
Primeiramente, o mercado mudou.
Depois disso, os consumidores mudaram.
E, por fim, a concorrência acelerou.
Hoje, há uma demanda crescente por motos bicilíndricas médias, especialmente:
- na Índia,
- no Sudeste Asiático,
- e na Europa com licença A2.
Marcas como Royal Enfield, Yamaha e Aprilia já entenderam isso.
Portanto, a BMW decidiu não ficar para trás.
Além disso, a nova plataforma permite:
- mais desempenho,
- mais refinamento,
- e também mais tecnologia,
- sem perder o posicionamento premium.
Curiosidade que pouca gente percebeu
A parceria com a TVS continua firme.
Ou seja, a BMW mantém a produção eficiente, porém com engenharia e desenvolvimento feitos na Alemanha.
Resultado? Produto global, custo competitivo e padrão BMW.
Conclusão: fim da 310, começo de algo maior

Mas, meu melhor amigo, vamos ser sinceros entre nós:
a BMW 310 cumpriu sua missão.
Ela abriu portas.
Ela trouxe novos pilotos.
E fortaleceu a marca.
Agora, a linha 450 surge como evolução natural, não como substituição fria.
Dói? Um pouco.
Empolga? Bastante.
FAQ – Perguntas que você já ia me fazer
A BMW 310 sai de linha quando?
No fim de 2025, de forma gradual.
A F450GS substitui diretamente a G310GS?
Sim, ela é a sucessora oficial.
Vai ter naked e esportiva 450?
Tudo indica que sim, seguindo a lógica da antiga linha.
Essa mudança afeta o Brasil?
Sim, globalmente. O Brasil deve receber a nova geração.
E assim, meu melhor amigo, encerramos mais um papo daqueles que misturam razão, emoção e gasolina no sangue
Se bateu saudade da 310, é normal.
Se bateu curiosidade pela 450, melhor ainda.
Segue comigo aqui no Portal The Riders, porque estrada boa é aquela que a gente percorre junto.
Um abraço forte,
Marcelo Nunes
Portal The Riders
Até a próxima notícia que vai dar o que falar!
Portanto, continue navegando no portal The Riders e acelere com a gente!
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