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Bullet 650: a lenda cresce

Royal Enfield Bullet 650

Bullet 650 resgata 93 anos de história e, ao mesmo tempo, estreia na família 650 da Royal Enfield com mais motor, mais presença e o mesmo charme clássico.

Bullet 650

👋 Meu melhor amigo, chega mais!
Aqui é o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, já puxando uma cadeira imaginária pra gente conversar como se fosse à beira da estrada, café na mão e moto esfriando do lado. Hoje o papo é especial. Afinal, quando a Royal Enfield Bullet 650 entra em cena, a história inteira do motociclismo senta junto.

Então, respira fundo, porque essa não é só mais uma moto nova. Na verdade, é uma lenda viva que resolveu crescer.


Bullet 650 marca um novo capítulo histórico

Bullet 650

Antes de tudo, vale entender o peso desse nome. A Bullet está em produção contínua desde 1932. Sim, você leu certo. Portanto, quando a Royal Enfield apresentou a Bullet 650 em Milão, ela não lançou apenas uma moto. Pelo contrário, ela reposicionou um ícone.

Além disso, ao entrar oficialmente na família 650, a Bullet passa a dividir tecnologia com modelos já consagrados da marca. Consequentemente, o clássico agora anda lado a lado com a modernidade — sem perder a alma.

Enquanto isso, as vendas na Europa começam no início de 2026, com preço de 7.137 euros. Porém, por ora, não há confirmação da chegada ao Brasil. Mesmo assim, sonhar ainda é grátis, né? 😄


Ícone histórico que atravessa gerações

Agora, meu amigo, vamos falar de respeito. Com 93 anos de história, a Bullet não precisa provar nada pra ninguém. Ainda assim, ela faz questão de manter detalhes que viraram assinatura.

Por exemplo, a posição de pilotagem segue ereta e relaxada. Além disso, o tanque em formato de lágrima, com 14,8 litros, continua ali, firme e forte. Para completar, as faixas pintadas à mão reforçam aquele ar artesanal que hoje quase não existe mais.

Ou seja, você olha pra Bullet 650 e sabe exatamente o que ela é. Não tenta parecer moderna demais. Também não finge ser esportiva. Ela simplesmente é Bullet.


Nova Bullet 650 une tradição e atualização

Apesar do visual clássico, a Bullet 650 2026 evoluiu onde precisava. Agora, ela traz câmbio de seis marchas, algo fundamental para conforto em estrada. Além disso, a embreagem é assistida e deslizante, deixando trocas mais suaves e reduzindo trancos.

Enquanto isso, o painel mistura o melhor dos dois mundos. De um lado, mostradores analógicos clássicos. Do outro, um display digital discreto, exibindo combustível, marcha engatada e alertas de manutenção. Tudo simples, direto e funcional — do jeito que o público da Bullet gosta.

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Estrutura clássica, porém bem resolvida

No conjunto ciclístico, a Royal Enfield manteve a receita tradicional, mas com bons ingredientes. A suspensão é Showa, garantindo conforto e controle. Além disso, as rodas seguem o padrão clássico: 19 polegadas na dianteira e 18 na traseira.

Outro detalhe que chama atenção é a estrutura totalmente metálica, algo cada vez mais raro hoje. Para completar o visual, o farol agora é de LED, porém traz as luzes de posição conhecidas como “olhos de tigre” — uma homenagem direta à Bullet de 1954. Sim, até a iluminação tem história.

E claro, o banco corrido e o guidão elevado reforçam aquele estilo de moto feita pra rodar sem pressa, apreciando o caminho.

Bullet 650

Motor 650 entrega suavidade e personalidade

Agora vamos ao coração da máquina. A Bullet 650 usa o já conhecido motor bicilíndrico paralelo da linha 650 da Royal Enfield. Esse conjunto é famoso pela entrega linear, vibrações controladas e funcionamento suave.

Na prática, são 47 cv a 7.250 rpm e 52,3 Nm de torque a 5.650 rpm. Não é um motor feito pra correr. Pelo contrário, ele foi pensado para curtir, acelerar com calma e manter ritmo constante.

Consequentemente, a Bullet 650 conversa mais com o piloto do que grita com ele. E, convenhamos, isso combina perfeitamente com a proposta.


Curiosidades que deixam a Bullet ainda mais especial

Agora segura essas pérolas:

  • A Bullet é considerada o modelo mais longevo da indústria motociclística mundial.
  • Os “olhos de tigre” nasceram em 1954 e seguem vivos em 2026.
  • Mesmo com motor moderno, a moto mantém visual quase atemporal.
  • A Bullet 650 é a maior cilindrada já produzida na história do modelo.

Ou seja, não é só nostalgia. É evolução com respeito.


Bullet 650

Conclusão: a Bullet cresceu, mas não mudou

Portanto, meu melhor amigo, a Royal Enfield Bullet 650 2026 prova que dá, sim, para evoluir sem trair a própria essência. Ela cresceu em cilindrada, ganhou tecnologia e conforto. Entretanto, manteve intacto aquilo que a tornou lendária.

Se ela chegar ao Brasil um dia, pode ter certeza: não será apenas mais uma moto no trânsito. Será uma declaração de estilo, história e personalidade.


❓ FAQ – Royal Enfield Bullet 650

👉 A Bullet 650 vem para o Brasil?
Por enquanto, não há confirmação oficial. A expectativa existe, mas a marca ainda não anunciou.

👉 O motor é o mesmo da Interceptor e Continental GT?
Sim. Trata-se do mesmo bicilíndrico 650, conhecido pela suavidade e confiabilidade.

👉 A Bullet 650 é uma moto esportiva?
Não. Ela foca em conforto, estilo clássico e prazer ao pilotar.

👉 Qual é o grande diferencial da Bullet 650?
A combinação de 93 anos de história com mecânica moderna e visual atemporal.


🤝 Despedida de amigo pra amigo
Bom, parceiro, se você também sentiu aquele friozinho bom de nostalgia misturado com curiosidade, então missão cumprida. Continua comigo aqui no Portal The Riders, porque enquanto existir moto com alma, a gente vai contar essa história juntos — sempre na boa, sempre acelerando do jeito certo.

Um abraço forte,
✍️ Marcelo Nunes
Portal The Riders 🏍️❤️

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