Honda MotoGP entra numa nova era com Aleix Espargaró liderando testes, motor renovado e uma estratégia que promete virar o jogo em 2026.
Honda MotoGP
👋 Fala, meu melhor amigo!
Aqui é o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, chegando daquele jeito: capacete debaixo do braço, sorriso no rosto e fofoca boa do paddock pra contar. Então encosta aí, porque hoje o papo é sério… mas nem tanto 😄. A Honda no MotoGP decidiu virar a mesa, e quem abriu o jogo foi Aleix Espargaró.
E, olha… quando um cara com esse currículo fala, a gente escuta.
Honda MotoGP entra em um divisor de águas
Antes de qualquer coisa, vamos alinhar o cenário. A temporada começou e, portanto, os bastidores ferveram. Enquanto isso, a Honda colocou Aleix Espargaró no centro do projeto, agora como piloto de testes. Assim, o espanhol deixou de ser apenas braço e acelerador e passou a ser cérebro técnico.
Além disso, com carreira iniciada lá em 2010, Aleix acumulou experiência suficiente para sentir coisas que números não mostram. Consequentemente, cada comentário dele pesa toneladas dentro da fábrica japonesa.
E não por acaso, meu amigo, o tom agora é de otimismo real, não de promessa vazia.

Testes em Sepang mostram uma Honda diferente
Recentemente, durante o Shakedown de Sepang, na Malásia, Aleix entrou em pista e saiu sorrindo. E quando piloto sorri em teste, coisa boa vem aí.
Segundo ele, a Honda 2026 deu um salto enorme. Primeiro, porque a moto já nasceu no limite mínimo de peso, algo crucial no MotoGP moderno. Depois, porque o novo motor finalmente começou a entregar o que se espera.
👉 Em outras palavras: a Honda parou de correr atrás e começou a encurtar a distância para a Ducati.
Claro, ainda existe trabalho na aerodinâmica. No entanto, a diferença, que antes parecia um abismo, agora virou um degrau alto — mas escalável.
Novo motor, ajustes finos e criatividade liberada
Agora entra a parte nerd que a gente ama 😎.
Mesmo com os motores congelados, a Honda encontrou espaço para evoluir. Como? Ajustando tudo ao redor.
Aleix explicou que a equipe testou:
- Óleos diferentes
- Combustíveis específicos
- Mapas eletrônicos refinados
- Sistemas de escape otimizados
Ou seja, mesmo sem mexer no “coração”, a Honda afinou o corpo inteiro. Assim, o resultado apareceu em forma de mais potência aproveitável e melhor aceleração.
Portanto, sim, existe fundamento quando Aleix diz que a Honda pode ter uma das motos mais rápidas do grid.
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Concessões, estratégia e um passo calculado
Enquanto isso, Joan Mir e Luca Marini ajudaram a Honda a subir para a Divisão C das concessões. À primeira vista, isso parece ruim, já que reduz algumas vantagens. Entretanto, olhando mais fundo, a jogada foi estratégica.
Segundo Aleix, a Honda planejou tudo pensando em 2027, quando o MotoGP migrará para motores 850 cc. Logo, começar 2026 com uma base sólida era obrigatório.
Resumindo: a Honda aceitou menos ajuda agora para chegar mais forte depois.
Mercado de pilotos e o peso das decisões
Mudando um pouco o foco, Aleix também comentou o mercado de transferências. E aqui vem a realidade nua e crua: ninguém escolhe às cegas.
Por um lado, a Ducati oferece uma moto vencedora comprovada. Por outro, a Honda carrega décadas de reputação como construtora. Além disso, com uma moto nova no forno, a promessa de inovação pesa muito.
Sobre criar uma “janela oficial” de transferências? Bonito na teoria, caótico na prática. Afinal, meu amigo, contrato de paddock começa no café e termina no advogado.
Peso mínimo piloto+moto: polêmica real
Aqui a conversa ficou pessoal. Sendo um piloto alto, Aleix falou das dietas absurdas e da luta constante para não perder aceleração.
A ideia de um peso mínimo conjunto, como já existe no WorldSBK, divide opiniões. Enquanto isso, no MotoGP, cada quilo ainda conta como ouro.
Segundo ele, toda regra tem dois lados. Especialmente numa categoria de protótipos extremos, qualquer mudança gera impacto direto no espetáculo.
Conclusão: Honda acordou — e o grid sentiu
Portanto, meu parceiro, uma coisa ficou clara: a Honda não está mais perdida. Ela testou, errou, ajustou e agora começa a colher resultados.
Com Aleix Espargaró como peça-chave, um motor mais competitivo e uma estratégia focada no futuro, 2026 promete ser o ano do reencontro da Honda com a briga de frente.
E se isso vai resultar em vitórias? Ainda é cedo pra cravar. Porém, que o projeto ganhou rumo, isso ganhou.
❓ FAQ – Honda MotoGP e Aleix Espargaró
👉 Aleix Espargaró ainda corre no MotoGP?
Não em tempo integral. Agora ele atua como piloto de testes da Honda.
👉 A Honda melhorou mesmo em 2026?
Segundo os testes e feedback técnico, sim, especialmente em peso e motor.
👉 A Honda já alcançou a Ducati?
Ainda não totalmente, mas a diferença diminuiu bastante.
👉 O foco da Honda já é 2027?
Sim. O projeto 850 cc influencia diretamente as decisões atuais.
🤝 Despedida de quem anda junto
Bom, meu melhor amigo, se você sentiu aquele arrepio de “opa, agora vai”, então estamos na mesma sintonia. Continua colado aqui no Portal The Riders, porque se a Honda realmente voltar a vencer, você vai dizer: eu vi isso começar aqui.
Um abraço forte,
✍️ Marcelo Nunes
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