Kove 350RR Jerez chega embalada por títulos mundiais, visual de pista e ficha técnica agressiva. Mas será que essa esportiva cai bem no Brasil?
Kove 350RR Jerez
Chega mais, meu melhor amigo… hoje o papo é quente e cheira a gasolina de corrida
Meu parceiro, se ajeita aí porque hoje a conversa é daquelas que fazem o coração bater mais rápido. Afinal, quando uma esportiva chinesa aparece com vitória mundial no currículo, não dá pra ignorar. E, portanto, a pergunta surge naturalmente, quase automaticamente: a Kove 350RR Jerez daria certo no Brasil ou ia sofrer no grid da vida real?
Então bora destrinchar isso juntos, sem enrolação, mas com aquele papo de box que a gente gosta.
Kove 350RR Jerez: quando Jerez vira sobrenome de respeito
Antes de tudo, vamos contextualizar. Jerez de la Frontera, na Espanha, não é só uma pista bonita. Pelo contrário, é templo sagrado da motovelocidade. E foi exatamente lá que a Kove fez história.
Primeiro, em 2024, a marca cravou sua primeira vitória internacional com uma moto chinesa de produção. Depois disso, em 2025, a coisa ficou ainda mais séria: o piloto Beñat Fernández levou o título mundial da SSP300 com a 350RR.

Consequentemente, a Kove decidiu comemorar do jeito certo. Assim nasceu a 350RR Jerez, apresentada no EICMA 2025, carregando orgulho, legado e cheiro de troféu novo.
Motor novo, peso menor e foco total em desempenho
Agora vamos ao que interessa de verdade, porque você é curioso e eu sei disso.
A Kove 350RR Jerez estreia um motor bicilíndrico de 344 cc, completamente novo. Além disso, a engenharia foi além: o conjunto ficou 2,7 kg mais leve que antes. Resultado? O motor pesa apenas 36,7 kg, ajudando a manter o peso total da moto em 164 kg.
E não para por aí:
- Potência máxima: 47,6 cv
- Torque: 3,2 kgf.m
- Modos de pilotagem: Sport e Eco
Ou seja, dá pra brincar forte no modo Sport e, ao mesmo tempo, sobreviver no trânsito no modo Eco. Inteligente, né?
Chassi, suspensão e freios: pacote que fala sério
Aqui a Kove deixa claro que não está brincando de esportiva.
A estrutura usa um quadro de aço reforçado, enquanto a suspensão dianteira adota um garfo invertido de 37 mm. Já atrás, entra um monoshock com ajuste de pré-carga, permitindo personalização conforme teu peso, estilo ou mau humor do dia 😅.
Além disso:
- Rodas de 17 polegadas
- Pneus 110/70 na frente e 150/60 atrás
- Disco dianteiro de 320 mm
- Disco traseiro de 220 mm
- ABS de série
- Controle de tração eletrônico
Portanto, o pacote entrega segurança, controle e, acima de tudo, confiança pra acelerar sem rezar antes.

Tecnologia e visual: clima de paddock no dia a dia
Visualmente, a 350RR Jerez conversa direto com as pistas. Nada exagerado, nada fake. Cada linha parece ter função.
Além disso, o equipamento padrão ajuda bastante:
- Iluminação full LED
- Tela TFT de alta definição
- Interface moderna e clara
Ou seja, ela entrega tecnologia atual sem virar videogame sobre rodas.
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Mas… e aí… cai bem no Brasil?
Agora vem a pergunta de um milhão de reais — ou de uns bons boletos.
Hoje, a Kove ainda não tem representação oficial no Brasil. Isso já cria um obstáculo. Porém, olhando friamente, a proposta faz sentido.
Na China:
- 350RR Challenge Edition: ~20.980 yuans (≈ R$ 15.900)
- 350RR Conquer Edition: ~23.980 yuans (≈ R$ 18.200)
Claro, sem impostos, sem taxas, sem Brasil sendo Brasil.
Mesmo assim, se chegasse por aqui com preço competitivo, ela brigaria diretamente com motos como:
- Kawasaki Ninja 300
- Yamaha R3
- KTM RC 390
E, convenhamos, com esse histórico em pista, ela não chegaria pedindo licença.

Insights que ninguém fala, mas a gente percebe
👉 A Kove não quer ser “barata”, quer ser respeitada
👉 O foco em competição legitima a marca
👉 O projeto é leve, moderno e bem equipado
👉 O Brasil ama esportivas médias, mesmo reclamando do preço
Portanto, se a Kove montar estrutura, peças e pós-venda decentes, o público aparece. Isso é fato.
Conclusão: a Kove 350RR Jerez faz sentido sim… com condições
Meu melhor amigo, sendo bem direto contigo: a Kove 350RR Jerez tem tudo pra cair bem no Brasil, tecnicamente falando. Ela é leve, potente, moderna e carrega um currículo que muita marca tradicional não tem hoje.
Porém, sem representação oficial, tudo vira sonho de paddock.
Agora… se a Kove resolver apostar no nosso mercado, prepara o capacete, porque a briga ia ficar boa demais.
FAQ – porque sei que você já tá pensando nisso
Ela é realmente esportiva ou só visual?
É esportiva de verdade, com base em competição.
O motor é competitivo frente às rivais?
Sim, principalmente pelo peso e pela potência.
Ela seria cara no Brasil?
Depende da estratégia da marca, mas poderia ser competitiva.
Faz sentido para uso diário?
Com modos de pilotagem e ergonomia correta, sim.
Vale esperar?
Se a Kove vier, vale prestar muita atenção.
Despedida do seu parceiro de box
E aí, irmão… já se imaginou acelerando essa Kove num track day de domingo e pagando de desentendido no semáforo da segunda? 😎
Aqui foi o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, conversando contigo como quem divide curva, café e boas histórias.
Obrigado por rodar comigo até aqui.
A gente se encontra na próxima largada 🏁🏍️
Portanto, continue navegando no portal The Riders e acelere com a gente!
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