KTM muda sua empresa-mãe para Bajaj Mobility AG, encerra parceria histórica com a Kiska e inicia nova fase sob comando da Bajaj.
KTM muda
Fala, meu melhor amigo apaixonado por motor forte e identidade marcante! 🧡🔥
Aqui é o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, e hoje eu preciso te fazer uma pergunta sincera: você consegue imaginar uma KTM sem aquele laranja que brilha até no escuro?
Pois é… porque a história está mudando — e rápido.
🏭 Bajaj assume e muda tudo
Primeiramente, vamos organizar a linha do tempo.
Em novembro de 2025, a indiana Bajaj Auto assumiu participação majoritária na KTM. Agora, além disso, a antiga estrutura passou a se chamar Bajaj Mobility AG.
Ou seja, não foi apenas troca de comando. Foi mudança de identidade corporativa.
Consequentemente, a influência da Bajaj deixou de ser estratégica e passou a ser estrutural.
E, sinceramente, quando a controladora muda, tudo pode mudar.

💸 Reestruturação agressiva
Entretanto, essa transformação não surgiu do nada.
Desde o final de 2024, a KTM enfrentava uma crise financeira pesada. Portanto, a empresa reagiu.
Ela cortou cerca de 500 postos de trabalho. Além disso, simplificou estruturas internas. Ainda assim, decidiu reduzir custos fixos e concentrar portfólio.
Percebe o padrão?
Menos complexidade. Mais eficiência. Decisões mais rápidas.
E é aqui que o design entra na conversa.
🎨 Adeus Kiska? O fim de uma era
Durante mais de 30 anos, o estúdio Kiska moldou a identidade visual da KTM.
Ou seja, aquele laranja vibrante, as linhas agressivas, a assinatura visual radical… tudo passou pela Kiska.
No entanto, agora a KTM decidiu encerrar essa parceria histórica.
Além disso, ela resolveu internalizar o design.
Consequentemente, a marca vai criar um centro próprio em Salzburgo. Assim, ela reduz custos externos. Ao mesmo tempo, acelera decisões estratégicas.
Mas deixa eu te provocar: será que o laranja permanece intocável?
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🧠 Estratégia por trás da decisão
A Bajaj não tomou essa decisão por emoção. Pelo contrário, ela seguiu lógica empresarial clara.
Os objetivos são diretos:
- Reduzir despesas operacionais
- Centralizar desenvolvimento
- Ganhar velocidade nas aprovações
- Integrar engenharia e design
Portanto, internalizar o design significa controle total.
Além disso, a KTM passa a alinhar estética, engenharia e produção sob um único comando.
E isso, meu amigo, muda completamente o jogo.

🧡 O laranja vai acabar?
Calma. Respira.
A cor laranja virou patrimônio visual da KTM. Ela construiu reconhecimento global. Ela diferenciou a marca no off-road, no motocross e nas nakeds.
Entretanto, sob nova liderança, ajustes podem surgir.
Talvez a tonalidade evolua, o design suavize. Ou, talvez novas paletas apareçam.
Por outro lado, abandonar totalmente o laranja seria arriscado demais.
E você sabe: marca forte não rasga identidade do dia para a noite.
🔥 O que isso significa para as motos?
Se o design passa a ser interno, algumas mudanças podem acontecer:
✔ Linhas mais alinhadas com estratégia global da Bajaj
✔ Padronização maior entre modelos
✔ Redução de custos em desenvolvimento
✔ Ciclos de lançamento mais rápidos
Além disso, a KTM pode integrar plataformas com outras marcas do grupo.
Consequentemente, podemos ver motos mais competitivas em preço.
Porém, também existe o risco de perder parte da ousadia visual que sempre diferenciou a marca.
🎯 Insight importante
Você não está vendo apenas uma troca de fornecedor de design.
Você está vendo o início de uma nova fase corporativa.
E, sinceramente, quando uma empresa muda a própria empresa-mãe, ela sinaliza algo maior: sobrevivência e reinvenção.
🏁 Conclusão: fim ou renascimento?
Meu parceiro… isso não parece o fim da KTM.
Isso parece um renascimento estratégico.
Ela passou por crise. Reorganizou estrutura. Ela cortou custos. Agora ela redefine identidade.
E aqui vai a pergunta que realmente importa:
Você prefere uma KTM mais controlada e financeiramente estável… ou aquela marca rebelde e arriscada que a gente aprendeu a amar?
❓ FAQ – Perguntas que você já está fazendo
A KTM mudou de dono?
A Bajaj Auto assumiu participação majoritária e agora controla a empresa.
A parceria com a Kiska acabou?
Sim, após mais de 30 anos de colaboração.
KTM mudou o nome da empresa-mãe?
Sim, agora se chama Bajaj Mobility AG.
O laranja vai desaparecer?
Nada confirmado. Porém, ajustes visuais podem acontecer.
Por que internalizar o design?
Para reduzir custos, acelerar decisões e centralizar controle estratégico.
Meu irmão… se um dia você aparecer com uma KTM azul, eu vou rir primeiro e perguntar depois 😂🔥
Eu sou o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, e você é meu melhor amigo das duas rodas. Então fica ligado, porque essa nova fase pode trazer motos mais competitivas — e a gente vai acompanhar cada detalhe juntos.
Agora me conta: você manteria o laranja sagrado ou mudaria tudo?
Tamo junto sempre. Bora acelerar essa conversa! 🏍️💨
Portanto, continue navegando no portal The Riders e acelere com a gente!
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