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NC 750X 2026: razão com emoção

NC 750X 2026

NC 750X 2026 evolui em design, tecnologia e pilotagem; rodamos 200 km e contamos se a crossover ainda vale a pena.

NC 750X 2026

👊 Fala, meu melhor amigo!

Aqui é o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, chegando daquele jeito: capacete na mão, sorriso no rosto e muita história pra te contar. Então, já ajeita a postura aí na cadeira, porque hoje o papo é reto, sincero e cheio de curvas — exatamente como a Honda NC 750X 2026 gosta.

E sim… eu rodei quase 200 km com ela. Portanto, senta que lá vem verdade.


NC 750X: a crossover que criou escola

Lá em 2011, quando muita gente ainda tentava entender o que era uma “crossover”, a Honda simplesmente foi lá e criou o conceito. Assim nasceu a NC 700X, misturando conforto de trail, rodas 17 de naked e uma proposta absurdamente racional.

Desde então, a NC evoluiu. Cresceu de cilindrada. Ficou mais tecnológica. Ficou mais bonita. E agora, em 2026, chega à sua forma mais madura como NC 750X.

Entretanto, a pergunta que não quer calar é simples e direta: ainda vale a pena?

Spoiler rápido: vale. Mas calma… deixa eu te explicar como amigo.


NC 750X 2026

Visual novo, postura mais moderna

Logo de cara, a NC 750X 2026 mostra que mudou. Portanto, novas carenagens, farol com assinatura inédita e um visual mais encorpado deixam claro que ela amadureceu.

Além disso, o novo painel TFT colorido de 5 polegadas dá outro nível à experiência. Ele é bonito, legível, informativo e finalmente conversa com o padrão atual do segmento.

Enquanto isso, o preço sugerido ficou assim:

  • R$ 56.621 – versão manual
  • R$ 61.948 – versão DCT (avaliada neste teste)

Ou seja, não é barata… porém, entrega bastante coisa em troca.


Motor conhecido, agora mais refinado

Debaixo das carenagens vive o já conhecido bicilíndrico paralelo de 745 cm³, agora ajustado ao Promot 5. Ele entrega:

  • 58 cv a 6.750 rpm
  • 7,0 kgfm de torque a 4.750 rpm

Na prática, isso significa torque cedo, giro baixo e zero estresse. Além disso, o novo escapamento deixou o som mais grave e encorpado, sem virar barulho.

E aqui entra um ponto importante, meu amigo: essa moto não foi feita para correr, foi feita para rodar bem.

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DCT 2026: agora sim, ficou redondo

Se antes o DCT já era bom, agora ele ficou melhor. Portanto, os novos parâmetros do câmbio de dupla embreagem deixaram as saídas mais suaves, as manobras mais fáceis e o uso urbano ainda mais prazeroso.

Além disso, os modos de pilotagem agora fazem ainda mais sentido:

  • Standard – suave, econômico e civilizado
  • Sport – giros mais altos e respostas mais vivas
  • Rain – tudo mais calmo e seguro
  • User 1 e User 2 – do jeitinho que você quiser

Assim, o câmbio, o controle de tração, o freio motor e o acelerador eletrônico trabalham juntos. Resultado? Uma moto que se adapta ao seu humor.


Como ela anda de verdade

NC 750X 2026

Mesmo com 214 kg a seco na versão DCT, o peso simplesmente desaparece em movimento. Isso acontece graças à nova centralização de massas, rodas mais leves e reposicionamento da bateria.

Além disso, o assento a 802 mm do solo ajuda demais. Pé no chão fácil, confiança total e zero drama em baixa velocidade.

Na estrada, o motor empurra forte desde cedo. Enquanto isso, a entrega linear deixa tudo previsível. Portanto, não assusta iniciantes e ainda agrada quem já tem estrada nas costas.


Ciclística: mais freio, mais confiança

Aqui mora uma das maiores evoluções da NC 750X 2026. Agora, a dianteira conta com dois discos de 296 mm e pinças de quatro pistões.

E olha… que diferença.

Nas curvas da Serra da Mantiqueira, a NC entrou confiante, freou firme e saiu estável. Além disso, o novo conjunto segura com facilidade os cerca de 230 kg em ordem de marcha.

As suspensões continuam honestas:

  • Garfo telescópico convencional na frente
  • Monoamortecedor atrás
  • 120 mm de curso dianteiro
  • 122 mm de curso traseiro

Ou seja, é crossover raiz: asfalto em primeiro lugar, terra batida só se for convite educado.


NC 750X 2026

Conforto: onde a NC reina

Aqui, meu amigo, a NC 750X dá aula. O banco novo é confortável, a posição é ereta e o para-brisa redesenhado desvia bem o vento — pelo menos pra mim, com 1,71 m.

Além disso, o painel TFT tem brilho adaptável e leitura perfeita, mesmo sob sol forte.

Entretanto… nem tudo são flores.

A Honda ainda não trouxe o RoadSync para o Brasil. Segundo a marca, faltou tempo para homologação. Porém, fontes indicam que isso pode mudar no futuro.


O porta-objetos que muda tudo

Agora vamos falar daquele detalhe que só a NC tem: o porta-objetos de 23 litros no lugar do tanque.

Capacete fechado? Cabe.
Mochila? Cabe.
Vida urbana prática? Cabe demais.

Com DCT + compartimento, a NC vira quase uma scooter grande na cidade. Porém, atenção: o tanque fica sob o banco da garupa. Portanto, se amarrar bagagem atrás, vai ter que tirar tudo pra abastecer.


O que poderia ser melhor

Sendo bem honesto com você, faltou cruise control. Afinal, a moto já tem acelerador eletrônico, DCT, modos de pilotagem… era só colocar o botão.

Além disso, para quem pensa em viajar muito, o investimento em malas laterais é praticamente obrigatório.


Conclusão: vale a pena, sim

A Honda NC 750X 2026 segue fiel à sua essência: racional, confortável, fácil de pilotar e extremamente equilibrada. Além disso, evoluiu em freios, eletrônica e acabamento.

O consumo declarado é de 24 km/l. No teste, andando forte no modo Sport, fez 22 km/l — ainda excelente. Assim, a autonomia passa fácil dos 300 km.

Ela não é a mais barata do segmento. Porém, entrega algo único: DCT, praticidade absurda e uma pilotagem sem estresse.


FAQ – agora responde rápido

É boa para viajar?
Sim. Muito confortável, econômica e estável.

Serve para cidade?
Demais. DCT + porta-objetos fazem milagres no trânsito.

Faz off-road?
Somente terra batida. Não é essa a proposta.

Concorrentes são melhores?
Depende. Tiger Sport 660 e Versys 650 são ótimas, mas nenhuma oferece DCT.


🤜🤛 Despedida do seu parceiro de estrada

Então é isso, meu melhor amigo. A NC 750X 2026 não tenta te impressionar com números malucos. Em vez disso, ela te conquista no uso real, no conforto diário e na tranquilidade de pilotar.

E no fim das contas… isso vale muito.

Um abraço grande,
Marcelo Nunes
Portal The Riders

Agora vai lá… e lembra: moto boa é aquela que te faz rodar mais e reclamar menos 🏍️🔥

Portanto, continue navegando no portal The Riders e acelere com a gente!

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