Vita é a Royal Enfield Classic 650 levada ao extremo: dois motores, engenharia insana e pura arte mecânica japonesa.
Vita
Chega mais, meu melhor amigo… segura essa loucura comigo
Senta aí, respira fundo e esquece tudo que você acha que sabe sobre motos custom. Porque hoje eu vou te apresentar a Vita, uma criação que não pede permissão pra existir. Ela simplesmente aparece, liga dois motores e diz: “vamos?”
E sim… são dois motores. Dois corações. Duas almas mecânicas batendo em sincronia.
Vita: quando a Royal Enfield 650 vira experimento proibido
No Yokohama Hot Rod Custom Show, palco das maiores insanidades sobre rodas do planeta, a Cuhttps://cw-zon.com/mutt-japan-x-custom-works-zon/stom Works Zon, direto de Shiga, resolveu brincar de Deus mecânico.
Eles pegaram a clássica, dócil e elegante Royal Enfield Classic 650. Depois disso, sem dó nem piedade, decidiram que um motor era pouco.
Resultado? Nasceu a Vita, um monstro conceitual que redefine tudo o que entendemos como customização.
Dois motores 650: ideia maluca? Não… engenharia pura

Aqui não tem gambiarra. Pelo contrário, tem cirurgia de alto risco.
Para unir dois motores bicilíndricos da Classic 650, a Zon foi fundo, muito fundo.
Primeiro, eles desmontaram tudo.
Depois, eles modificaram o que era sagrado.
Em seguida, eles reinventaram o conjunto.
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Como dois corações batem juntos
Agora vem a parte que faz engenheiro sorrir e mecânico chorar.
- Sincronização mecânica total: os dois motores funcionam como uma única unidade.
- Motor dianteiro modificado: ele perdeu completamente a caixa de câmbio.
- Cárter redesenhado: tudo foi adaptado para a nova função estrutural.
- Transmissão por corrente: no lado esquerdo, uma corrente conecta os virabrequins, garantindo giro harmônico.
Assim, toda a força combinada segue junta, educada e brutal, direto para a roda traseira.
Ou seja: caos? Não. Controle absoluto.

Chassi: quando o aço vira escultura
Nada, absolutamente nada, do chassi original da Royal Enfield servia aqui.
Portanto, a Zon criou um quadro rígido em aço, totalmente artesanal.
Além disso, o desenho longo e baixo não esconde nada. Pelo contrário, ele exibe os motores como joias.
Você não olha pra Vita.
Você contempla.
Suspensão girder: passado e futuro dando as mãos
Na dianteira, entra em cena uma forquilha girder, também conhecida como garfo de paralelogramo.
Contudo, esse tipo de suspensão remete às motos do início do século XX. Porém, aqui ela surge:
- Com materiais modernos
- Com precisão cirúrgica
- Com acabamento impecável
Enquanto isso, as rodas gigantes de 26 polegadas fecham o conjunto, criando uma silhueta simplesmente absurda.
Grande. Baixa. Imponente. Irresistível.
Estética: metal, arte e provocação

A Vita não vive só de engenharia. Ela provoca pelo visual.
O acabamento mistura:
- Metal polido
- Texturas naturais
- Pintura sofisticada
- Detalhes artesanais
Tudo conversa. Tudo contrasta. E tudo chama atenção.
E sim… ela faz isso parada.



Custom World: quando a Royal Enfield solta a coleira
Esse projeto nasce dentro do programa Custom World, iniciativa global da Royal Enfield.
Portanto, a lógica é simples:
“Aqui está a moto. Aqui está a liberdade. Surpreenda o mundo.”
Alguns preparadores criam motos de viagem.
Outros criam máquinas de estilo.
A Custom Works Zon, por outro lado, criou uma escultura cinética.
Mas afinal… pra que serve a Vita?
Resposta curta?
👉 Pra inspirar.
Resposta longa?
👉 Pra mostrar que engenharia também é arte.
A Vita não quer produção em série.
A Vita não quer bater recordes.
Ela existe para provar que limites são opcionais.
É o casamento improvável entre:
- A confiabilidade indiana da Royal Enfield
- A obsessão técnica japonesa
E, sinceramente? Funcionou.

Conclusão: a moto que não precisava existir… mas ainda bem que existe
Mas, meu melhor amigo, a Vita não resolve problemas.
Ela cria perguntas.
Ela desafia padrões.
E também ela bagunça a cabeça.
E talvez seja exatamente por isso que ela é tão perfeita.
FAQ – porque eu sei que você está coçando a cabeça
A Vita é funcional?
Sim, totalmente funcional, embora seja conceitual.
Ela vai entrar em produção?
Não. Esse projeto é arte, não produto.
São dois motores originais da Classic 650?
Sim, ambos derivados da base 650 da Royal Enfield.
Qual a potência final?
Não divulgada. E, sinceramente, nem importa.
Ela anda?
Anda. Mas ela nasceu pra ser vista.
Despedida do jeito que a gente gosta
Mas, e aí, parceiro… você teria coragem de ligar dois motores e sair desfilando com essa obra de arte sobre rodas?
Aqui foi o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, conversando com você como quem divide ferramenta na garagem e sonho na estrada.
Obrigado por rodar comigo até aqui.
A gente se encontra na próxima insanidade sobre duas rodas 🏍️🔥
Portanto, continue navegando no portal The Riders e acelere com a gente!
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