Yamaha Jog 2026 estreia no Japão com consumo de até 63 km/l, motor 125 econômico e foco urbano — mais eficiente que a Pop 110i.
Yamaha Jog 2026
Fala, meu melhor amigo! Aqui é o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, e hoje eu preciso conversar sério com você… mas relaxa, é aquele papo sério de boteco, com capacete na mesa e sonho de scooter nova na cabeça. 😄
Seguinte: a Yamaha Jog 2026 apareceu lá no Japão e, além disso, ela chegou prometendo absurdos 63 km por litro. Sim, você leu certo. E, portanto, inevitavelmente a comparação com a Honda Pop 110i vem na hora — afinal, a Pop faz 49,1 km/l segundo dados oficiais. Ou seja, a pequena japonesa resolveu provocar.
Agora senta comigo porque eu vou te explicar tudo.
Yamaha Jog 2026 renasce mais econômica e estratégica
Primeiramente, a Yamaha Jog marcou época no Brasil até 2005. Entretanto, enquanto a gente ficou na saudade, o Japão manteve a linhagem viva. E, além disso, em 2026 a marca lançou a Jog One totalmente adaptada às novas regras japonesas de ciclomotores Classe 1.
Por lá, desde abril de 2025, a legislação permite conduzir modelos até 125 cc, desde que a potência não ultrapasse 4,0 kW (5,4 cv). Portanto, a Yamaha foi cirúrgica.
Ela instalou um motor BLUE CORE de 124 cc, monocilíndrico, 4 tempos, SOHC e arrefecido a ar. Contudo, ao invés de buscar potência alta, a marca priorizou eficiência. Assim, o conjunto entrega 4,8 cv a 5.750 rpm e 0,79 kgf.m a 3.000 rpm.
Pode parecer pouco, porém o foco aqui não é arrancada de semáforo com escapamento barulhento. O foco é economia brutal e mobilidade urbana inteligente.
E aí eu te pergunto: pra cidade, você precisa de mais que isso?

Economia que impressiona — e muito
Agora segura esse dado comigo:
- 63 km/l a 30 km/h constantes (1 passageiro)
- 51,7 km/l no ciclo WMTC (uso real)
Enquanto isso, a Pop 110i registra 49,1 km/l. Portanto, sim, a Jog bebe menos.
Além disso, a scooter pesa apenas 95 kg em ordem de marcha. Consequentemente, exige menos do motor. E, como resultado, consome menos combustível.
E olha que interessante: a Yamaha apostou no sistema SMG (Smart Motor Generator). Ele substitui o motor de partida convencional. Ou seja, ele liga o motor de forma mais silenciosa e ainda gera energia durante a condução.
Menos peças, menos peso, menos ruído. Portanto, mais eficiência.
Estrutura urbana pensada no detalhe
Agora vamos falar de ergonomia, porque você sabe que conforto também pesa na decisão.
A Jog 2026 traz:
- Assento a 735 mm do solo
- Chassi underbone
- Distância entre eixos e cáster ajustados para agilidade
Isso significa o quê? Significa que qualquer iniciante coloca os pés no chão com facilidade. E, além disso, encara trânsito pesado com confiança.
Aliás, se você já pilotou scooter leve, sabe como ela muda sua rotina.
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Equipamentos que facilitam a vida
Além da economia, a Jog One entrega praticidade real:
- Freios combinados UBS
- Compartimento sob banco de 21,3 litros
- Porta-objetos frontal para garrafa 600 ml
- Gancho retrátil (até 1,5 kg)
- Barra de apoio para manobras
- USB opcional
Portanto, ela não tenta ser sofisticada demais. Pelo contrário, ela resolve o dia a dia.
Enquanto isso, no Brasil, a Yamaha trabalha com modelos como Yamaha Fluo 125, Yamaha NMAX 160 e Yamaha XMAX 300, além da elétrica Yamaha NEO’s. Contudo, nenhuma entrega esse foco extremo em economia dentro da categoria 125 limitada por potência.

Design compacto e identidade urbana
Visualmente, a Jog mantém a tradição da linha JOG. Porém, agora ela adota setas integradas, linhas suaves e perfil compacto.
No Japão, ela sai nas cores:
- Azul escuro fosco
- Roxo
- Preto
- Prata
E o preço? 259.600 ienes. Convertendo direto, dá cerca de R$ 8.700 — sem impostos.
Ou seja, extremamente acessível.

Insights estratégicos da Yamaha
Agora deixa eu te contar uma leitura de mercado.
A Yamaha não lançou essa moto por nostalgia apenas. Ela reagiu à nova legislação japonesa. E, além disso, ela criou uma solução perfeita para quem quer economizar combustível sem abrir mão de 125 cc.
Enquanto muitos fabricantes investem em potência, a Jog aposta em eficiência. Portanto, ela atende entregadores, estudantes, trabalhadores urbanos e iniciantes.
E cá entre nós… se viesse pro Brasil com preço competitivo, ela mexeria com o segmento de entrada, hein?

Conclusão: vale o hype?
Meu amigo, a Yamaha Jog 2026 não quer ser esportiva. Ela não quer ser premium. Não quer impressionar no semáforo.
Ela quer economizar. E ela faz isso melhor que muita moto maior.
Portanto, se o objetivo for custo por quilômetro rodado, ela entrega resultado. Contudo, se você busca desempenho, aí o papo muda.
Agora eu te pergunto: você prefere potência ou economia absurda?
FAQ – Perguntas que você já estava formulando 😄
1) Ela vem para o Brasil?
Até agora, não. A Yamaha confirmou exclusividade para o Japão.
2) É mais econômica que a Pop 110i?
Sim. Oficialmente, a Jog declara até 63 km/l, enquanto a Pop registra 49,1 km/l.
3) Tem desempenho suficiente?
Para cidade, sim. Porém, não espere arrancadas fortes.
4) Vale a pena para entregas urbanas?
Extremamente. Leve, econômica e prática.
5) Ela substitui uma 150 ou 160?
Não. Ela cumpre outro papel: mobilidade básica com máximo rendimento.
E agora, meu melhor amigo, fala pra mim… você teria uma Jog dessas na garagem só pra economizar e rodar o mundo gastando quase nada? 😄
Eu sou o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, e como sempre eu trago a real pra você — porque aqui a gente conversa como parceiro de estrada, não como vendedor de concessionária.
Então vai lá, toma um café, pensa com carinho… e depois volta aqui pra gente continuar sonhando com duas rodas.
Tamo junto, meu irmão! 🏍️🔥
Portanto, continue navegando no portal The Riders e acelere com a gente!
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