MV Agusta reinventa sua estratégia, prepara submarca retrô inspirada no conceito 921S e quer competir de igual para igual no mercado global.
MV Agusta reinventa
Meu melhor amigo, chega mais!
Aqui é o Marcelo Nunes, do Portal The Riders, puxando uma cadeira, passando um café imaginário e chamando você pra aquele papo gostoso de moto, estratégia e bastidores que a gente adora. Então respira fundo, porque a MV Agusta resolveu chacoalhar o tabuleiro — e não foi pouco.
MV Agusta muda tudo (e não é drama)
Antes de qualquer coisa, vamos direto ao ponto. A MV Agusta cansou de ser vista apenas como marca de luxo inacessível. Portanto, de forma clara e objetiva, a italiana decidiu mudar de postura, reposicionar preços e, além disso, criar uma submarca retrô totalmente nova.
Segundo Luca Martin, CEO da MV Agusta, a ideia é simples e ousada ao mesmo tempo. Em vez de viver apenas no pedestal, a marca quer jogar o jogo industrial. Ou seja, ela quer disputar cliente com Ducati, KTM e Triumph, sem pedir licença.
E olha… isso muda tudo.
“Luxo em moto não existe”, diz o CEO
Agora segura essa frase, meu amigo, porque ela é pesada:
“Não acredito que o luxo exista em motocicletas.”
Ou seja, Luca Martin foi direto, reto e sem rodeios. Assim, a MV Agusta quer ser desejada, sim, mas também mais acessível, mais presente nas ruas e, consequentemente, mais competitiva no mercado europeu.
Portanto, a estratégia não mata o DNA premium. Pelo contrário, ela expande o alcance da marca.
Reposicionamento começa pelos motores
Enquanto isso, na prática, a MV Agusta já começou a virar a chave. A nova estratégia se apoia em duas plataformas principais:
- Tricilíndrica: 800 cc e 950 cc
- Tetracilíndrica: 1000 cc
Dessa forma, a marca cria uma base mais racional de produtos, facilita manutenção, reduz custos e, ao mesmo tempo, mantém desempenho elevado.
Além disso, o primeiro “modelo de entrada” já apareceu com a plataforma 800 cc, trazendo preço mais competitivo e mais chances de conquistar novos pilotos.
MV Agusta reinventa: Modelos que vão puxar a fila
Agora vem a parte que faz o coração bater mais forte.

Brutale 800
Ela será o carro-chefe da nova fase, recebendo ajustes técnicos, reposicionamento de preço e papel central na estratégia global.

F3R
Uma esportiva que chega em breve e promete atualizar o legado da F3 com foco em performance moderna.

Turismo Veloce
A sport-touring da marca também passa por mudanças importantes, buscando mais competitividade e apelo prático.
Consequentemente, toda a linha vai mudar de patamar comercial. E isso, claro, fortalece a rede de concessionárias, que hoje soma cerca de 250 lojas no mundo.
A grande bomba: submarca retrô

Agora, meu melhor amigo, segura essa curva porque ela é fechada.
A MV Agusta vai criar uma submarca retrô, totalmente separada da linha principal. Ela será inspirada no conceito 921S, apresentado no EICMA, mas… atenção:
- não vai se chamar 921
- não vai usar o motor quatro cilindros do conceito
Sim, mudou tudo.
Segundo o CEO, trata-se de um novo segmento, com nome próprio, identidade própria e estratégia própria.
Adeus quatro cilindros, olá três cilindros
Além disso, o chefe de desenvolvimento, Federico Macario, confirmou que a futura submarca vai abandonar o motor quatro cilindros de 921 cc do conceito.
Em seu lugar, entra uma nova configuração tricilíndrica, desenvolvida exclusivamente para essa família retrô.
Portanto, a ideia é clara:
- reduzir custos
- simplificar produção
- manter caráter esportivo
- ampliar competitividade
Ou seja, retrô no visual, moderno na engenharia.
Conceito 921S: o DNA permanece

Mesmo com as mudanças mecânicas, o DNA do 921S continua vivo.
Apresentado no EICMA, o conceito chamou atenção pelo:
- Visual neo café racer
- Design retrofuturista
- Motor quatro cilindros de 921 cc
- 115,5 cv de potência
- 117 Nm de torque
Embora essa mecânica não chegue à produção, o estilo, a proposta emocional e a pegada clássica com tecnologia devem guiar a nova submarca.
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Insight rápido do Marcelo
- A MV Agusta quer vender mais sem virar comum
- A submarca retrô mira Triumph e Ducati Scrambler
- O tricilíndrico será a chave do custo-benefício
- A marca quer crescer sem perder alma
Traduzindo: jogada inteligente.
Conclusão: MV Agusta está mais viva do que nunca
Meu melhor amigo, a MV Agusta está fazendo algo raro: evoluir sem apagar sua história. Ao criar uma submarca retrô, ajustar motores e reposicionar preços, ela amplia mercado, atrai novos pilotos e mantém seu charme italiano intacto.
Portanto, se essa estratégia funcionar — e tudo indica que sim —, veremos uma MV Agusta mais presente, mais acessível e ainda absurdamente desejável.
FAQ – direto ao ponto
A MV Agusta vai deixar de ser premium?
Não. Ela só vai deixar de ser exclusiva demais.
A submarca retrô será MV Agusta?
Não exatamente. Será uma nova marca, com outro nome.
O motor quatro cilindros morreu?
Não. Ele segue na linha principal de 1000 cc.
A retrô vai usar qual motor?
Um novo tricilíndrico exclusivo.
Pode chegar ao Brasil?
Ainda é cedo, mas se a estratégia der certo, tudo é possível.
E aí, meu melhor amigo… fala a verdade: uma MV Agusta retrô, mais acessível, não bagunça seu juízo?
Segue com a gente no Portal The Riders, porque aqui a gente não só fala de moto… a gente vive isso. Um abraço apertado, boas curvas e até o próximo papo de garagem!
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