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MOTOGP: O QUE MARC MÁRQUEZ PODE ATINGIR EM 2024

MOTOGP, OS REGISTOS QUE MARC MÁRQUEZ PODE ATINGIR EM 2024. É já no próximo sábado que decorre a apresentação da moto de 2024 da Gresini.

Equipe que vai integrar Marc Márquez nas suas fileiras no MOTOGP. Este é um ano em que o espanhol pode bater alguns recordes e alcançar algumas marcas, sobretudo se conseguir sagrar-se campeão no final da época.

Em primeiro lugar, embora diga o contrário para já, Márquez terá os olhos postos no título de 2024. Caso o consiga, junta-se a um lote de pilotos que conseguiu vencer o título com dois construtores diferentes: Geoff Duke (Norton e Gilera), Giacomo Agostini (MV Agusta e Yamaha), Eddie Lawson (Yamaha e Honda), Valentino Rossi (Honda e Yamaha) e Casey Stoner (Ducati e Honda).

Márquez pode também ser o primeiro campeão do mundo de uma equipa independente na era MotoGP. Jorge Martín e Marco Bezzecchi tentaram no ano passado, mas não conseguiram, sendo que os pilotos que já o fizeram alcançaram-no antes da era MotoGP (Kenny Roberts em 1978, Marco Lucchinelli em 1981, Franco Uncini em 1982, Eddie Lawson em 1989 e Valentino Rossi em 2001).

Por falar em Rossi, o Doutor foi um dos pilotos capazes de voltar a ser campeão depois de várias épocas sem o título (foi campeão em 2008 depois de o ter sido anteriormente em 2005). Jorge Lorenzo também teve de esperar três anos, entre 2012 e 2015. Casey Stoner esperou quatro anos entre o seu título com a Ducati (2007) e a conquista com a Honda (2011). Já Marc Márquez foi campeão pela última vez em 2019, sendo que, se vencer o título este ano, recuperaria a glória cinco anos depois.

O nono título de Márquez permitir-lhe-ia igualar Rossi, mas também nomes como Mike Hailwood e Carlo Ubbiali. Márquez já ganhou em 20 circuitos diferentes, podendo igualar ou ultrapassar Stoner (21 circuitos), Rossi (23) ou Doohan (24). O espanhol ainda não venceu em Portimão, Red Bull Ring, Indonésia, Índia e Cazaquistão).

E o potencial para recordes não termina aqui, dependendo do número de vitórias e pódios. Márquez precisa de mais cinco vitórias para igualar Angel Nieto em todas as classes (90 triunfos) e nove para igualar Giacomo Agostini na classe principal (68). No que toca a pódios, mais 11 serão suficientes para igualar a marca de Dani Pedrosa na classe principal (112), enquanto 12 pódios permitem-lhe igualar Jorge Lorenzo em todas as classes (152).

MOTOGP, NADIA PADOVANI: “MESMO QUE NÃO PAREÇA REAL, O MARC ESTÁ CONNOSCO”

Nadia Padovani ficou bastante satisfeita pelo facto de Marc Márquez assinar com a Gresini para a época de 2024. A dona da equipa falou também do processo que levou à assinatura do espanhol.

“Quando o vi a conduzir por nós no Circuito Ricardo Tormo, percebi que tinha acontecido. Mesmo que não pareça real, ele está mesmo connosco. O agente dele contactou-nos, mas nessa altura ele tinha um acordo em vigor. Ficámos à espera na expetativa de que os planetas se alinhassem. Acreditámos até ao fim e aconteceu. Certamente ajudou o facto de o irmão dele já aqui estar”, disse.

MOTOGP, MIGUEL OLIVEIRA: “PODEMOS TER UMA TEMPORADA BASTANTE PROMISSORA”

Miguel Oliveira já esteve em Portimão a treinar para a nova temporada de MotoGP, numa altura em que esta se aproxima. O piloto português falou do primeiro contacto com os elementos da Trackhouse, das expetativas para a nova época e das suas ambições para a corrida de Portimão, a segunda da temporada.

“O encontro a sério onde vamos namorar um bocadinho vai ser agora na Malásia, dia 6 de fevereiro. Muito expectante a nível de pilotagem e de saber que coisas é que a moto me poderá dar, mas acredito que, pelo que já me mostraram e disseram da mota, podemos ter uma temporada bastante promissora. Sei que tenho as mesmas armas, vou estar com a mesma equipa técnica que me acompanhou no ano passado, essa barreira de ter de os conhecer já não vou ter de ultrapassar. Acredito que seja uma vantagem para mim, poder mostrar o meu potencial desde início é o meu objetivo. O meu corpo modificou-se um bocadinho com as quedas do ano passado, mas neste inverno pude recuperar a 100% para poder estar apto já para os testes de pré-temporada”, disse, em declarações à SIC.

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“É um futuro promissor, temos novos proprietários da equipa, proprietários com um histórico de corridas americanas de NASCAR muito extenso. Para as pessoas que trabalham na equipa, é importante saber que temos pessoas com capacidade financeira e com know-how de corridas importante para se sentirem confiantes para desempenharem o seu papel, isso acho que é o primeiro input que a equipa vai trazer. A minha ambição para Portimão é sempre vencer a corrida, é o que eu penso no meu íntimo, como fiz da primeira vez. Desde aí, aconteceram mais corridas, com diversos tipos de resultados, mas espero pelo menos ter um bom desempenho em frente do meu público. Deixo obviamente o apelo a todos os portugueses para que venham ao autódromo de Portimão para presenciar um grande espetáculo que é o MotoGP”, referiu.

MOTOGP, HONDA COM 22 TESTES PLANEADOS PARA 2024

Depois de um ano de 2023 desapontante, a Honda – tal como a Yamaha – tem a possibilidade de ter testes ilimitados em 2024, devido ao novo sistema de concessões.

A vitória de Álex Rins nos Estados Unidos em 2023 continua a ser a única da marca japonesa desde o GP da Emilia-Romagna em 2021, com a Honda a querer regressar às vitórias regulares. De acordo com o motorsport.com, a Honda já planeou até 22 testes privados para Joan Mir, Luca Marini e o piloto de testes Stefan Bradl.

Um desses testes, de acordo com o site do MotoGP, será em Jerez a 24 e 25 de janeiro, com Bradl a trabalhar junto da maioria das equipas de WSBK antes do shakedown de Sepang, que começa a 1 de fevereiro.

Para além disso, o motorsport.com avança que a Honda está à procura de um segundo piloto de testes para aliviar a carga de Bradl, Mir e Marini.

MOTOGP, JOAN MIR: “TENHO MAIS TEMPO DO QUE O MARC, MAS NÃO MUITO MAIS”

Joan Mir é quatro anos mais novo do que Marc Márquez e tem mais tempo do que o compatriota para chegar ao sucesso que a Honda pretende voltar a ter. Contudo, como o próprio Mir, a margem não é assim tão grande.

“Alguma coisa está a mudar na Honda. Normalmente, quando se fazem grandes mudanças numa companhia, é preciso um par de anos para perceber se as mudanças funcionam ou não. Precisamos de uma mudança. Pude ver que a mudança está a acontecer. Tenho mais tempo do que o Marc, mas não muito mais. Vamos ver”, disse.

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