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Velocross: modalidade esportiva radical vem ganhando visibilidade

Competição permite todos os tipos de motocicleta nas pistas de corrida

As modalidades de corrida estão crescendo e ganhando cada vez mais audiência, tanto entre os carros quanto entre as motos.

Porém, o diferencial nas categorias de motos é que as competições não precisam necessariamente acontecer em pistas: as modalidades do motociclismo off road conquistam o público por meio de trilhas e estradas de terra.

Há diversas modalidades, como o Motocross, que é uma das mais conhecidas, e outras tantas que começam a ganhar espaço também, como o Supercross, Arenacross, Supermoto, Hard Enduro e por aí vai. Um modelo que vem ganhando posições a cada curva é o Velocross, sobre quem iremos falar por aqui. Bom, antes de acelerar de vez, que tal começarmos aquecendo com algumas perguntas básicas?

Como surgiu a modalidade?

O surgimento do Velocross tem ligação com as ‘corridas de gaiola’, também conhecidas por serem corridas informais derivadas do Motocross.

Porém, diferente desta outra, o Velocross não conta com os saltos e obstáculos da outra modalidade. 

A modalidade consiste numa pista de terra de formato oval ou misto e poucas contam com uma mesa ou lançador, tendo velocidade pura e fazendo jus ao nome da modalidade.

Também conhecido em algumas localidades como Veloterra, a competição é regulada pela Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e, além disso, é uma versão mais acessível que o Motocross, atraindo mais competidores. Os competidores podem utilizar qualquer tipo de motocicleta, sejam elas nacionais ou motos de rua adaptadas para as manobras.

Como funciona o campeonato?

Regulamentado pela CBM, o campeonato de Velocross conta com seis etapas no Brasil, sendo elas nas regiões sul, sudeste e centro-oeste, nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Paraná.

As categorias da competição são divididas em classes de disputa por meio da idade dos pilotos ou da cilindrada dos motores. Algumas delas também separam os pilotos que correm com motos importadas.

Há, atualmente, 16 categorias de acordo com a CBM. Os competidores podem ser homens e mulheres e a idade pode variar bastante, sendo a idade mínima da competição os 7 anos de idade e a máxima, os 55 anos de idade.

Em cada classe, o número máximo permitido de competidores é de 30 pilotos disputando uma corrida, sendo os 20 primeiros pilotos os premiados por participação.

A pontuação do campeonato de Velocross brasileiro varia dependendo da posição, ficando assim:

1º colocado – 25 pontos

2º colocado – 22 pontos

3º colocado – 20 pontos

4º colocado – 18 pontos

5º colocado – 16 pontos

7º colocado – 14 pontos

8º colocado – 13 pontos

9º colocado – 12 pontos

10º colocado – 11 pontos

11º colocado – 10 pontos

12º colocado – 9 pontos

13º colocado – 8 pontos

14º colocado – 7 pontos

15º colocado – 6 pontos

16º colocado – 5 pontos

17º colocado – 4 pontos

18º colocado – 3 pontos

19º colocado – 2 pontos

20º colocado – 1 ponto

Os pontos são cumulativos e o campeão é quem soma mais ao longo do calendário. Em todas as corridas também há premiação em dinheiro para os 5 primeiros colocados.

As provas duram entre 12 e 15 minutos e as duas maiores categorias, consequentemente com os melhores prêmios, são as VX1 Pro e VX2.

Os equipamentos necessários

Apesar de contar com motos menores e manobras menos arriscadas, assim como o Motocross, o Velocross também é um esporte perigoso.

Por isso, o regulamento exige que sejam usadas botas, luvas, coletes protetores de tronco, calças, camisetas de manga comprida e, principalmente, capacetes.

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Fonte:https://motomundosa.com.br/velocross-a-modalidade-esportiva-radical-que-vem-ganhando-visibilidade/

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