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Ducati Desert X: chegada programada para o Brasil

A marca italiana vai trazer oficialmente a badalada Desert X para nosso mercado este ano. Uma motocicleta big trail com alma raiz para o fora de estrada, mas tecnologia atual

Quando foi apresentada ainda como conceito no Salão de Milão, EICMA, de 2019, a Ducati Desert X tinha a base mecânica do modelo Scrambler 800 arrefecido a ar. Era um “balão de ensaio”, porém, fez tanto sucesso que, dois anos depois, o modelo Desert X foi lançado oficialmente.

Desta vez, com um enorme salto, adotando o conjunto mecânico da Multistrada V2 e o poderoso motor Testastretta em V com 937cm³, refrigerado a líquido e 110cv. Contudo, o curioso visual retrô moderno foi mantido, com dois faróis redondos na dianteira e um enorme tanque de combustível.

Quando foi apresentada ainda como conceito no Salão de Milão, EICMA, de 2019, a Ducati Desert X tinha a base mecânica do modelo Scrambler 800 arrefecido a ar. Era um “balão de ensaio”, porém, fez tanto sucesso que, dois anos depois, o modelo Desert X foi lançado oficialmente.

Desta vez, com um enorme salto, adotando o conjunto mecânico da Multistrada V2 e o poderoso motor Testastretta em V com 937cm³, refrigerado a líquido e 110cv. Contudo, o curioso visual retrô moderno foi mantido, com dois faróis redondos na dianteira e um enorme tanque de combustível.

31/03/2023 Créditos. Ducati/Divulgação fotos da Ducati Desert X.

O passado da big trail Ducati Desert X

A badalada escola italiana de estilo buscou inspiração retrô nas décadas de 1980 e 1990, em modelos exatamente relacionados com o deserto africano, palco do famoso Rally Paris Dakar. A Yamaha XT 600 Ténéré de 1988, por exemplo, usava um desenho com carenagem e dois faróis redondos na dianteira.

A Super Ténéré 750 veio mais tarde, em 1989 (Ténéré é o nome do deserto que fica ao Sul do Sahara), e também manteve os dois faróis redondos na dianteira. O modelo Honda Africa Twin 650, da primeira geração de 1988, tinha igualmente o mesmo visual com duplo farol redondo. Ambas, frutos do sucesso dos protótipos que disputaram e venceram o Paris Dakar nos desertos da África.

Porém, a maior inspiração veio da Cagiva, marca italiana da cidade de Varese, que havia adquirido a Ducati. A marca (junção das iniciais de Castiglioni, Giovanni e Varese) venceu o Dakar de 1990 com o piloto italiano Edi Orioli a bordo do modelo Elefant 900 com os dois faróis na dianteira, motor Ducati de dois cilindros e 904cm³. A Elefant 900 réplica de rua foi produzida em série em edição limitada.

Visual baseado em protótipo de quatro rodas

Atualmente, a italiana Ducati é controlada pela alemã Audi. Para conectar as marcas, a Ducati Desert X tem a versão com visual baseado no protótipo de quatro rodas elétrico RS Q e-tron que disputa justamente o Rally Paris Dakar. Entretanto, a versão Ducati Desert X, inspirada na Cagiva 900 Elefant de duas rodas e sua decoração que lembra as cores branca e vermelha dos patrocinadores da época (Lucky Strike), mantém a fidelidade ao estilo “raiz”.

A Ducati Desert X que desembarca no Brasil oficialmente vai conviver com a linha Multistrada V2 e V4 já presente no mercado nacional, porém, com uma pegada mais fora de estrada, sem dispensar o pacote tecnológico e comodidades presentes nas “primas”.

31/03/2023 Créditos. Ducati/Divulgação fotos da Ducati Desert X.

A eletrônica está presente na Ducati Desert X

O motor de dois cilindros dispostos em L tem quatro válvulas por cilindro e o tradicional comando desmodrômico. Fornece 110cv a 9.250rpm e torque de 9,4kgfm a 6.500rpm. A eletrônica tem seis modos de pilotagem: Enduro, Rally, Sport, Touring, Urban e Rain.

Também tem controle de tração, controle de empinadas, controle de freio motor, quick shift de duas direções, freios ABS de curvas e piloto automático. Nos modos Enduro e Rally, o sistema ABS com três níveis pode ser desativado. As rodas são maiores. Aro de 21 polegadas na dianteira e 18 na traseira, em rodas raiadas calçadas com pneus sem câmara.

A relação de marchas foi encurtada (em relação a V2) até a quinta para melhor desempenho na terra. A sexta tem relação mais longa, para maior velocidade em estradas. O peso a seco é de 202kg e o tanque tem capacidade para 21 litros. Porém, um tanque adicional traseiro (opcional) com 8 litros pode ser incorporado, aumentando a autonomia.

O quadro é em treliça com tubos de aço. A suspensão dianteira invertida tem 46mm de diâmetro e 230mm de curso. Na traseira, sistema mono, com 220mm de curso. Ambas Kayaba, totalmente ajustáveis. Os freios são super dimensionados. Na dianteira duplo disco com 320mm, pinças Brembo monobloco radiais de quatro pistões. Na traseira disco de 265mm, com sistema Bosch de curvas.

31/03/2023 Créditos. Ducati/Divulgação fotos da Ducati Desert X.

Conectividade e iluminação em LED

Entre as comodidades estão a iluminação em LED com luz diurna nos dois faróis, realçando suas formas, painel em TFT colorido de cinco polegadas, em formato de tablet, com dois modos de apresentação. O sistema de navegação (opcional), através de conectividade com smartphone e seus aplicativos, indica curva a curva. Tem ainda saída 12 volts e USB, além de amortecedor de direção.

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fonte: https://www.vrum.com.br/motos/ducati-desert-x-brasil/

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