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MOTOGP BRAD BINDER: NÃO TIVE ADERÊNCIA E COMPLICOU

MOTOGP BRAD BINDER (5º.): “NÃO TIVE ADERÊNCIA TRASEIRA E ISSO COMPLICOU O SPRINT”

MOTOGP BRAD BINDER: No sábado, o céu da Malásia permaneceu seco e brilhante para a qualificação e o Q2 foi difícil de negociar, com pelo menos três quedas provocando bandeiras amarelas nos minutos finais. MOTOGP BRAD BINDER teve um Q2 difícil. Com pelo menos três quedas a provocar o aparecimento das bandeiras amarelas nos minutos finais, o sul-africano da KTM terminou em 7º, a meio segundo da pole.

No sprint de 10 voltas Binder e Jack Miller rodaram muito tempo juntos, com ambos os pilotos a terminarem muito perto do pódio. No caso de Binder, este levou a RC16 ao limite, aproximou-se de Bagnaia e Bastianini, ainda chegou ao 4º lugar na última curva, mas acabaria por perder essa posição para o #23 da Ducati.

 “Hoje foi um pouco mais complicado do que esperava. A qualificação foi bastante difícil porque sentia muitas vibrações na moto e estava a tentar lidar com isso. Por isso o 7º lugar foi bastante bom, mas na corrida não tive aderência traseira. Acho que tive azar e pelo menos é melhor ter essa situação hoje no Sprint do que na corrida principal de amanhã. Espero que possamos resolver as coisas, melhorar um pouco e pelo menos lutar pelo pódio no domingo.” Concluiu o sul-africano.

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MOTOGP, JORGE MARTÍN (2.º): “QUANDO ULTRAPASSEI O ÁLEX, PENSEI QUE IA GANHAR”

Jorge Martín não venceu a corrida sprint, mas terminou à frente de Pecco Bagnaia e reduziu a distância no campeonato para 11 pontos. O espanhol diz que, se pudesse ganhar, lutava por isso, mas ficou satisfeito com o que fez hoje.

“Quando ultrapassei o Álex, pensei que ia ganhar, senti que estava mais forte do que o Pecco naquela altura. Mas depois vi que o Álex estava agressivo e estava sempre a tentar estar na frente e tinha bom ritmo. Tentei só recuperar o segundo lugar, atingimos o nosso objetivo hoje, tentar fazer isso outra vez amanhã”, disse.

“Se tivesse a oportunidade de devolver a ultrapassagem ao Álex, devolvia, mas não queria cometer erros. Fizemos um bom trabalho e ele vai ser agressivo amanhã outra vez. Temos de perceber o que atingimos este ano, fizemos um trabalho fantástico e temos de estar felizes mesmo se terminarmos o campeonato em segundo. Quando percebermos isso, vamos ser ainda mais rápidos”, referiu.

MOTOGP, ÁLEX MÁRQUEZ (1.º): “É UM SPRINT E QUERO A CORRIDA LONGA”

Álex Márquez esteve num planeta à parte no sábado em Sepang, vencendo a corrida sprint com uma margem que o impressionou até a ele. O espanhol não quer ficar por aqui e quer voltar a fazer bem as coisas amanhã.

“Aragão 2020 foi a última vez que me senti tão bem, hoje tudo estava a sair bem. Nunca é fácil, mas correu de forma natural. Começámos o fim de semana com boa performance e não tenho de forçar, porque as coisas saem naturalmente. Não esperava ter esta diferença na corrida sprint, mais na corrida longa, pensei que era difícil ter esta diferença em dez voltas. Na última volta, quando vi que tinha 1.2 segundos, fiquei surpreendido. Mas ataquei no momento perfeito e fizemos tudo bem. Hoje tinha uma missão, e, quando estou tão focado e tenho um bom arranque e boa primeira volta, é mais fácil”, disse.

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“Nunca é fácil, também já lutei pelo título no Moto2 e Moto3, mas vi que estava no meio e precisava de ultrapassar o Pecco e ir embora. Hoje é apenas sábado e temos de manter o nível para amanhã, temos de ser inteligentes e não perder a concentração. É uma vitória, mas é um sprint e quero a corrida longa. Vou descansar bem e estar pronto para amanhã”, referiu.

MOTOGP, FRANCESCO BAGNAIA (3.º): “FELIZ PELA POLE, MAS É MAIS IMPORTANTE TERMINAR NA FRENTE”

Francesco Bagnaia teve uma corrida sprint complicada em Sepang, apesar de, num primeiro instante, ter dado a ideia que a tinha sob controlo. Contudo, o italiano admitiu que já estava em dificuldades antes de um papel entrar na sua moto.

“Não percebemos bem, mas temos dados para a corrida de amanhã, mas a minha sensação não era a mesma já no arranque em comparação com ontem ou hoje de manhã. Temos de ver o que melhorar. O ritmo no arranque era bom, mas depois comecei a ter dificuldades com a frente, era difícil parar a moto e entrar rápido nas curvas. Temos tempo para perceber tudo e sermos mais rápidos amanhã. Não sei o que entrou na minha moto, mas certamente não ajudou”, disse.

“Não sei quanto é que prejudicou, mas estava em dificuldades. Estar na pole position é sempre fantástico, fazer o recorde da pista é sempre algo para estar orgulhoso. Feliz por isso, mas é mais importante terminar na frente, precisamos de tirar mais pontos ao Jorge e vai ser importante puxar amanhã”, referiu.

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