fbpx
The Riders Histories
Mundo SpeedRiders-Speed

MOTOGP: Fabio Quartararo O motor está melhor, mas ainda falta

SE LIGA NO RESUMÃO DO MOTOGP, FABIO QUARTARARO “O MOTOR ESTÁ MELHOR, MAS NA ELETRÔNICA ESTAMOS A ANOS-LUZ”

MOTOGP: Fabio Quartararo diz que o novo motor da Yamaha é um passo em frente, mas que as melhorias feitas ainda não são suficientes. O piloto da Yamaha foi o terceiro mais rápido no dia de abertura do teste de Sepang e, embora o novo motor tenha sido um passo em frente em comparação com 2023, Quartararo ainda sente que muito mais precisa de ser feito.

“Estamos mais rápidos e estou feliz porque o motor está melhor que no ano passado. Mas ainda não estamos a utilizar todo o potencial da moto. O carácter é demasiado agressivo e ainda não estamos a utilizar todo o potencial da nossa moto. Hoje trabalhamos muito na parte eletrônica para tentar encontrar a melhor forma de utilizar o nosso motor.”

Quartararo diz que vencer corridas não está no futuro imediato da Yamaha.

“É claro que para mim lutar pela vitória não basta. Não é suficiente, mas há uma grande diferença entre lutar entre os dez primeiros ou entre os cinco primeiros em muitas corridas. Portanto, penso que agora estamos numa posição muito melhor do que no ano passado, mas ainda não somos uma moto vencedora.”

Parte das melhorias que fizeram em 2023 em relação a 2022 tiveram a ver com o motor, mas é também a eletrónica que precisa de melhorias, segundo Quartararo.

“A eletrónica está num ponto em que estamos a anos-luz de distância. Isso é algo que ainda temos que melhorar e claro, um pouco de tudo. Quando não há aderência, o que é típico da Yamaha, a moto tem aderência zero. O Alex (Rins) também sentiu o mesmo. Isso é algo que temos que melhorar.” Concluiu o francês de 24 anos.

MOTOGP, PEDRO ACOSTA (2º.): “ÀS VEZES É PRECISO RODAR MAIS COM A CABEÇA DO QUE COM O CORAÇÃO”

Depois de um forte teste de Shakedown, Pedro Acosta continuou a impressionar ao terminar em segundo, atrás de Jorge Martin, no primeiro dia de testes de MotoGP em Sepang .

Após o Shakedown onde continuou a aprender a pilotar uma moto de MotoGP, com grande sucesso diga-se, o primeiro dia do teste oficial viu o jovem espanhol testar várias peças novas, embora o seu foco estivesse mais em encontrar um bom ritmo de corrida.

“Fiquei feliz em experimentar as novas peças. A melhor coisa para mim é que sempre que entramos na pista estamos imediatamente no mesmo nível do dia anterior. Além disso, estamos a melhorar o ritmo de corrida, o que foi muito importante para mim. No segundo dia do Shakedown estávamos a rodar em 2m 00s mais ou menos, como ritmo de corrida, mas agora conseguimos ficar dentro do 1m59s.”

“Estou a usar coisas novas que eles querem que eu experimente. Eles colocam na moto e eu testo, faz parte do trabalho.

“Foi bom rodar atrás do Jack Miller e de algumas Aprilias”, disse Acosta. “Foi bom entender como o vento nos afeta quando estamos atrás. E também entender as linhas de pilotagem, as nossas são muito diferentes de outros fabricantes, é preciso saber usar a cabeça. Por exemplo quando há pouca aderência, forçar o ritmo não significa que vamos ser mais rápidos. Às vezes é preciso rodar mais com a cabeça do que com o coração no MotoGP”. Concluiu o único estreante da nova temporada.

MOTOGP, JORGE MARTIN (1º.): “NO GERAL A MOTO DE 2024 É MELHOR, TEMOS MAIS POTÊNCIA”

Jorge Martin, como muitos pilotos da Ducati, incluindo o campeão mundial Francesco Bagnaia, dominaram os resultados do MotoGP na temporada passada.E hoje foi mais do mesmo, com o piloto da Pramac a voltar a estar em excelente forma no primeiro dia em Sepang, ao liderar o dia de abertura por mais de dois décimos.

O piloto espanhol produziu o único tempo de volta abaixo de 1m58s e já se adaptou à nova moto, apesar de ter pequenos problemas para resolver.

“É melhor ser rápido do que lento, mas hoje não olhei muito para os tempos por volta. Estava mais focado em entender qual motor era melhor porque estávamos focados no novo motor.”

“Fiz o tempo de volta com o novo motor, mas isso não é a coisa mais importante a se olhar. O mais importante a observar é o desempenho, o manuseio, a conexão com o acelerador. Encontramos alguns aspectos positivos, mas também alguns negativos, por isso precisamos continuar a trabalhar. Amanhã passaremos para as duas motos de 2024, então será mais fácil trabalhar nelas. Acho que no geral foi um bom dia.” Concluiu Martin.

MOTOGP, RAUL FERNÁNDEZ ESTÁ FORA DOS TESTES: “PEÇO DESCULPA À APRILIA E À MINHA EQUIPE”

Com dores na anca e na pélvis devido à queda do primeiro dia, Raul Fernández diz não se sentir em condições para prosseguir nos testes de Sepang.

Uma queda na quarta volta deixou Raul Fernandez de fora dos restantes dois dias do Teste Oficial de MotoGP de Sepang. O piloto da Trackhouse Aprilia foi o mais rápido nas primeiras voltas com a sua RS-GP 2023, tendo depois passado para os sectores vermelhos na quarta volta, sofrendo então uma grande queda na Curva 11.

A coxear bastante quando regressou ao paddock, o espanhol foi submetido a exames no centro médico antes de regressar à garagem. Felizmente, os exames hospitalares efectuados no final do dia não revelaram danos graves.

No entanto, Fernandez disse que “conduzir a moto desta forma não é seguro” e vai agora tentar regressar durante o último teste de pré-temporada no Qatar, a 19 e 20 de fevereiro.

“Antes de mais, gostaria de pedir desculpa à Aprilia e à nossa equipa Trackhouse Racing MotoGP,” disse Fernandez. “Esta manhã, nas minhas primeiras voltas, tive uma grande queda devido às condições da pista. Honestamente, não estava à espera disto.”

MOTOGP, MARC MÁRQUEZ (9.º): “ALGUNS PROBLEMAS QUE NÃO ESTAVAM NOS PLANOS”

Marc Márquez teve um primeiro dia algo complicado em Sepang, com alguns problemas técnicos na sua moto, tendo esclarecido também que nunca caiu. De resto, o piloto procura adaptar-se à nova moto, explicando algumas das dificuldades que está a sentir.

“Houve um engano, não foi uma pequena queda, foi outro problema na moto e tive de parar. Tirando isso, hoje foi um dia preenchido na garagem, tivemos pequenos problemas que não estavam nos planos, mas a equipa reagiu bem e conseguimos fazer a última hora de forma normal, ganhei confiança e fiz algumas voltas seguidas.

Queríamos testar a moto neste circuito, é um circuito onde eu costumo ter dificuldades. Há uma grande diferença no estilo de condução da Honda e da Ducati aqui, mas não tive muito tempo hoje. Houve muitos problemas e foi difícil ganhar confiança. Ainda não estou a conduzir numa boa forma, ainda não sinto muito a frente da moto, ainda estou rijo na moto, vamos ver se melhoro amanhã”, disse.

“Tenho de perceber melhor a moto, ainda não percebo os avisos, tive alguns que não esperava, mas a equipa está a trabalhar bem e a adaptar a moto ao meu estilo. Hoje não trabalhámos na afinação, só na posição e amanhã começamos. Não me sinto mal, hoje não fiz muitas voltas com bom ritmo, estou ok”, referiu.

MOTOGP, FABIO QUARTARARO (3.º): “ESTOU FELIZ, A MENTALIDADE QUE TEMOS É AGRESSIVA”

Fabio Quartararo terminou o primeiro dia de testes em Sepang no terceiro lugar, revelando o seu agrado pela mudança de mentalidade da fábrica japonesa. O francês também comentou a relação de trabalho que tem agora com Max Bartolini.

“Hoje não testei novos itens, testei as afinações e a eletrônica. De fora, não conseguem ver o que testei, mas foi um dia positivo, amanhã vamos trabalhar de forma semelhante e é importante ficarmos focados porque temos potencial, mas ainda temos de o encontrar. O plano para amanhã é o mesmo de hoje, tentar encontrar a mesma afinação eletrônica, encontrar a melhor afinação da moto, que muda com a nova aerodinâmica, mas estou otimista pela forma como estamos a trabalhar como equipa”, disse.

“Estou a adorar, é a mudança que precisamos. Há o Max, há o Marco, que é uma pessoa da aerodinâmica, só veem a cara do Max, mas há muitas pessoas a trabalhar na moto. Estou feliz, a mentalidade que temos é agressiva. Alguma coisa não estava a funcionar, e, no passado, se algo não funcionava, deitávamos fora. Se soubermos que há algo que nos pode tornar mais rápidos e não está a funcionar, agora lutamos. Isso é algo bom da mentalidade que temos”, referiu.

MOTOGP, ÁLEX RINS: “A MINHA PERNA ESTÁ MUITO MELHOR”

Álex Rins vai estrear-se este ano com a Yamaha, procurando uma vitória no MotoGP com o terceiro construtor diferente. O espanhol falou das suas impressões sobre a moto e falou ainda sobre o estado da perna que lesionou no ano passado.

“O shakedown foi bom, conseguimos fazer dois dias e testámos algumas coisas. Tivemos alguma chuva à tarde, mas estamos felizes porque antecipámos algum trabalho. Temos muitas partes novas, fizemos um bom trabalho, estamos a seguir as mesmas linhas e estou feliz”, disse.

“A minha perna está mais ou menos boa, está muito melhor do que da última vez que estive na moto, em Valência. Estava um pouco assustado, testei com outras motos nesta pré-época, motos de rua, e não é o mesmo do que uma moto de MotoGP. Mas saltei para a moto de MotoGP e não senti dores, isso são boas notícias”, referiu.

Leia também:

MOTOGP, FABIO QUARTARARO: “ENCONTRÁMOS COISAS POSITIVAS, O POTENCIAL ESTÁ LÁ”

Fabio Quartararo ficou satisfeito com as primeiras impressões da Yamaha, depois de a ter testado no shakedown. O francês deu o seu primeiro feedback depois da apresentação da moto da equipa.

“Foi bom, tivemos dois dias, não fizemos muitas voltas porque o tempo foi mau à tarde. Mas as primeiras voltas foram boas, encontrámos algumas coisas positivas, acho que o potencial está lá, mas temos de encontrar a forma de sermos muito bons em pista”, disse.

“É importante, tentamos mudar a mentalidade japonesa para uma mais europeia e acho que está a funcionar bem. Mas precisamos de tempo para voltar ao topo e espero que consigamos ver em breve o nosso potencial e senti-lo em pista”, referiu.

MOTOGP: ALEX BAUMGÄRTEL CONTRATADO COMO CONSULTOR TÉCNICO DO HRC

O início dos testes oficiais de MotoGP em Sepang, na terça-feira, mostraram uma figura familiar do paddock com o novo uniforme do HRC: Alex Baumgärtel, ou ‘Alex from Kalex’.

Um responsável do HRC esclareceu que Baumgärtel foi contratado como “Consultor Técnico contratado para colaboração com o HRC”. Baumgärtel fundou a Kalex com Klaus Hirsekorn (daí o ‘K’ de Kalex) em 2008. O chassis Kalex passou a dominar a classe de Moto2, conquistando os últimos onze títulos de pilotos, e preenche a maior parte da grelha.

O HRC contratou a Kalex para construir os seus braços oscilantes de MotoGP em 2022 e, desde a temporada passada, um quadro da RC213V completo. Mas, embora a Kalex possa ter construído o quadro, o design real ainda parecia ter sido fornecido pela HRC, parecendo quase idêntico à versão normal. Os pilotos da Honda não notaram uma diferença significativa.

O novo papel de Baumgärtel sugere que o HRC – que venceu apenas uma corrida nas últimas duas temporadas, terminou em último na classificação de construtores de 2023 e perdeu o piloto Marc Márquez para a Gresini Ducati – está agora preparada para confiar à Kalex a evolução do seu design de quadro.

Enquanto isso, surgiu mais um indício de uma mudança significativa na pintura da Repsol Honda para 2024, isto porque as motos de Joan Mir e de Luca Marini apresentam um logo ‘Honda’ proeminente com um logotipo ‘Repsol’ menor na carenagem inferior.

Continue navegando no portal The Riders e acelere com a gente!

Acesse nossas sessões Riders CustomRiders Speed, Riders TrailRiders ElétricaRiders Cross e fique ligado nas novidades! Moto

Notícias relacionadas

KTM 1390 Super Duke R e EVO 2024: Alienigena com 190 CV!

The Riders

MOTOGP, MARC MÁRQUEZ (DNF): “UMA QUEDA DIFÍCIL DE ENTENDER”

The Riders

Nova Kawasaki Ninja ZX-6R 2024: Superesportiva Extrema à Sua Disposição

The Riders